<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-20031523</id><updated>2011-04-21T13:02:11.168-07:00</updated><title type='text'>I'm searching for something which can't be found</title><subtitle type='html'>Este é um blog que vai conter textos criados por mim, ou recriados a partir de outros, ou apenas textos vindos da minha imaginação. Gostava que comentassem com sinceridade e com críticas boas ou más. Espero que gostem.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://flowersalwaysdie.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20031523/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flowersalwaysdie.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Bloodflower</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12498690957250678879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20031523.post-113900936797391885</id><published>2006-02-03T15:06:00.000-08:00</published><updated>2006-02-03T15:29:31.466-08:00</updated><title type='text'>Metamorfose</title><content type='html'>Boa noite...Já não actualizada isto há um tempinho, mas não tenho escrito nada. Falta de inspiração e testes a mais. E falta de paciência, também, porque com tanta gente que conheço nenhuma delas se dá ao trabalho de comentar, ou pelo menos ler e dizerem-me que leram. Enfim. Continuando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este texto foi escrito num momento aborrecido de uma aula qualquer que já nem me lembro, e apeteceu-me escrever sobre uma transformação de mulher para lobisomem. Sim, mulher. Porque não é só os homens que têm direito a sofrerem mutações para lobo...Ora essa! Quando escrevi, escrevi da perspectiva masculina, mas depois mudei de ideias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tinha começado de novo. Estava a dirigir-me para o mesmo sítio que vou todas as noites de Lua cheia para sofrer a horrorosa transformação a que sou sujeita todos os meses.&lt;br /&gt;Mas naquela noite não cheguei a tempo. Apareceu o primeiro raio de luar. Entrei em pânico.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Outra vez...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Era tarde demais. O meu coração acelerou o seu ritmo, e tamborilava no meu peito com um barulho estrondoso que ecoava na Noite. A minha pele começou a arder, a arder profundamente, como se estivesse a ser queimada viva. As garras começaram a romper e as pontas dos meus dedos era rasgadas a sangue-frio, enquanto as minhas próprias unhas caíam ao chão. Em seguida, o pêlo começou a crescer, a partir da minha cabeça, alastrando-se pelo resto do corpo, rapidamente. Os pés deixaram de ser pés, passando a ser patas cinzentas e enormes. A face deixou de ser face, e a pele esticava dolorosamente para se transformar num focinho, com um nariz esponjoso na ponta. O meu grito de dor mudou para um uivo estrondoso.&lt;br /&gt;As últimas transformações estavam a dar-se. Os dentes tornavam-se pontiagudos e prontos para mutilar, morder, dilacerar qualquer ser que tivesse sangue quente.&lt;br /&gt;Cresceu dentro de mim um desejo grande, enorme, gigantesco, de matar. Perdi todo o controlo sobre mim mesma. Já não sabia onde estava nem quem era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Arrastei-me pela Noite dentro, e deixei que o desejo animalesco tomasse conta de mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20031523-113900936797391885?l=flowersalwaysdie.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://flowersalwaysdie.blogspot.com/feeds/113900936797391885/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20031523&amp;postID=113900936797391885' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20031523/posts/default/113900936797391885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20031523/posts/default/113900936797391885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flowersalwaysdie.blogspot.com/2006/02/metamorfose.html' title='Metamorfose'/><author><name>Bloodflower</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12498690957250678879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20031523.post-113812960503316974</id><published>2006-01-24T10:56:00.000-08:00</published><updated>2006-01-24T11:07:06.576-08:00</updated><title type='text'>(In)simplicidade</title><content type='html'>Hoje escrevi na aula de Latim este texto. Penso que no final iram perceber do que se trata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relógio parou. Subitamente, sinto o corpo incrivelmente relaxado e ao mesmo tempo incrivelmente pesado e mole. Sinto-me divinal. O gira-discos continua a tocar, ao contrário do relógio. O Tempo? Quem é que quer saber do Tempo? Não interessa para nada. Nada interessa, para além deste quarto, deste gira-discos e deste relógio. Tudo o resto é esquecido. Esqueçam o Amor, esqueçam o ódio. Todas essas coisas fúteis...para que servem? Para complicar o ser humano, para o fazer perder toda a razão?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Há algo muito mais puro, mais além de tudo...e neste momento corre pelas minhas veias, e consome-me por completo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Now playing: The Cure - Numb&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20031523-113812960503316974?l=flowersalwaysdie.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://flowersalwaysdie.blogspot.com/feeds/113812960503316974/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20031523&amp;postID=113812960503316974' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20031523/posts/default/113812960503316974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20031523/posts/default/113812960503316974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flowersalwaysdie.blogspot.com/2006/01/insimplicidade.html' title='(In)simplicidade'/><author><name>Bloodflower</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12498690957250678879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20031523.post-113805217371405753</id><published>2006-01-23T13:13:00.000-08:00</published><updated>2006-01-23T13:36:13.780-08:00</updated><title type='text'>Amo-te...</title><content type='html'>Boa noite. Este texto que se segue foi recriado a partir de um livro de contos que li, o livro Antídoto, de José Luís Peixoto. Fiquei interessada visto que o livro é baseado no conteúdo musical de um albúm de Moonspell, chamado The Antidote. :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto que escrevi baseia-se na parte final do livro, o suicídio da personagem masculina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei se devo dizer. Penso que estou demasiado assustado para o fazer. Não compreendo. Ao mesmo tempo compreendo.&lt;br /&gt;És a mulher mais linda que alguma vez vi. Num mundo distante, tu completas-me. Nunca fomos felizes e ao mesmo tempo fomos.&lt;br /&gt;Quero-te de qualquer maneira. Não importa. O nosso Destino segue a mesma linha. O final é igual. Juntos. Trágico. O nosso amor que nunca foi consumado começa onde acaba. Eu junto-me a ti.&lt;br /&gt;Pego na arma. Encosto-a à minha cabeça.&lt;br /&gt;É a altura do grande final. Ignoro o terrível medo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Então, junto-me a ti num sítio chamado Sempre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;...Amo-te.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: left;"&gt;Não sei o que tenho a dizer sobre este texto. Lol. Acho que está demasiado trágico. Mas faz sentido dentro do contexto do livro. Quem domina bem o inglês pode ver o conteúdo musical do albúm &lt;a href="http://www.darklyrics.com/lyrics/moonspell/theantidote.html#1"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que gostem. Comentem se faz favor.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20031523-113805217371405753?l=flowersalwaysdie.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://flowersalwaysdie.blogspot.com/feeds/113805217371405753/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20031523&amp;postID=113805217371405753' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20031523/posts/default/113805217371405753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20031523/posts/default/113805217371405753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flowersalwaysdie.blogspot.com/2006/01/amo-te.html' title='Amo-te...'/><author><name>Bloodflower</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12498690957250678879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20031523.post-113796517752003188</id><published>2006-01-22T13:03:00.000-08:00</published><updated>2006-01-22T14:29:19.123-08:00</updated><title type='text'>Velhice...</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este foi um texto recreativo que fiz para Literatura Portuguesa. Não me lembro em que texto foi baseado, mas pronto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Velhice&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Sei que vou morrer, sinto-o. Sinto que o grande final se aproxima. Ainda me lembro quando tinha 8 anos e brincava na relva do antigo parque da cidade, e nada me preocupava a mente. Penso que, com essa tenra idade, ainda não fazia a mínima ideia qual era o significado da palavra "preocupação". Apenas alguns anos mais tarde, vim a saber o significado desta. Dela e de muitas outras. As tais palavras que a minha mãe me dizia que eram "palavras que só os grandes usam", penso eu sorrindo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Era tudo tão diferente, eu sentia-me tão feliz e naquele estado de graça que ninguém me pode devolver. Engraçado com estas coisas só nos ocorrem quando estamos ás portas da Morte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tudo perdeu o seu encanto. O parque antigo e a sua relva não passam de breves fragmentos de memória. As amizades, as relações, as pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Já nada é o mesmo. Nada tem o mesmo brilho, o mesmo encanto e a mesma alegria. Sinto o meu coração a abrandar o seu ritmo, cada vez mais, dia após dia. Sinto o meu amor pela vida a diminuir, progressivamente. Apesar disto tudo, tenho sempre a esperança que exista algo mais. Algo além. Penso no que haverá para além do caixão e da lápide. Para além dos sentimentos dos outros. Será que as pessoas têm pena de mim? Lembro-me quando era eu própria adolescente. Sentia pena dos velhos, pela fragilidade, pelo ar doente. Agora é de mim que têm pena. E custa! Não quero que tenham pena de mim! Ainda não estou morta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;...E pronto. A stora pediu que nós nos pussésemos na pele de uma pessoa idosa, psicologicamente falando. Uma coisa a esclarecer neste texto é que a Morte que eu falo aqui não é propriamente a Morte física, mas uma Morte a nível mental e a nível emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto que me sinto preocupada hoje e esse é um dos aspectos abordados no texto, achei bem postar este texto primeiro. :P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que a música mais apropriada para este momento é:&lt;br /&gt;/me on: &lt;a href="http://www.darklyrics.com/lyrics/typeonegative/worldcomingdown.html#9"&gt;Type O Negative - Everything Dies&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Críticas são bem vindas, desde que sejam construtivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, comentem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20031523-113796517752003188?l=flowersalwaysdie.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://flowersalwaysdie.blogspot.com/feeds/113796517752003188/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20031523&amp;postID=113796517752003188' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20031523/posts/default/113796517752003188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20031523/posts/default/113796517752003188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flowersalwaysdie.blogspot.com/2006/01/velhice.html' title='Velhice...'/><author><name>Bloodflower</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12498690957250678879</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry></feed>
